quarta-feira, 9 de maio de 2007

Apócrifos Originários

De acordo com Habermas, creio eu, há uma crítica dele e de alguns filósofos dizendo que a razão, que se diz independente e crítica ao mito, tal como ela floresceu na grécia, ainda depende dele, e de todas as consequências desse fato.

Assim, toda a Racionalidade deve ser compreendida através do mito que lhe subjaz. Dessa forma, é imprescindível que façamos um balanço mitológico da racionalidade da Filô, com seu surgimento desde suas eras mitológicas até a ERA da RAZÃO, tal como vê-se hoje.

Há, no grande livro da filô, um desenvolvimento bíblico, que explicita a era dos deuses, culminando na Era do Deus. Essa simultaneidade é, na realidade, a verdadeira base da tradução distorcida do Velho e do Novo Testamento, tal como são lidos hoje.

Minha tarefa, enquanto mero corpo receptáculo dessa pura luz que emana em mim, até essa tela de computador, é explicitar essa história, aos poucos e à poucos iniciados que possam compreendê-la.

Assim, inicio dizendo que ela divide-se em Eras, onde determinados deuses disputam pela soberania. Gênesis, já escrito e declarado, a ser reescrito aqui, nos dá a fundação desse reino racional, através da cópula transcendental entre duas entidades de grande iluminação, além de um Terceiro Excluído, Origem da Angústia psicanalítica e mal que pôs em desenvolvimento essa instituição.

É entre o grande rato, a grande senhora e a grande vovó que inicia-se a mitologia filosofaica, em sua grande magnitude. Até o Santo Santo Santo, há muita disputa fálica, a ser descrita em minúcias...

Assim, introduzo os Grandes escritos, que devem ser complementados com as grandes compilações inspiradoras de Alice, a grande transcritora.

Até.

Um comentário:

Anônimo disse...

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Ed