terça-feira, 15 de junho de 2010

Quando o tédio desprende da carne

Nã consigo produzir... acabei preso numa rede de trabalho que se processa pela repetição técnica, mesmo que se trate do mais alto conhecimento... há agora uma sensação pancreática difusa de criação, que não se reúne em ato... preciso escrever um trabalho, estruturar um pensamento, mas este ainda recusa-se passar por mim... resta-me o pinguim que, mesmo morto, está sempre aceso a boxear meu estômago.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Sobre teorias do tudo

Não vim ao mundo para compreender de onde vim, para onde vou e o que sou.

Creio que aqui estamos para fazer algo e, qualquer que ele seja, espero somente que seja feito direito, com toda a implicação e dedicação possível.

Quanto ao tudo, tenho fome de esceculá-lo, agarrá-lo com minhas forças, só para me sentir totipotente... Bom, se cheguei a algo... sim, o mundo é isso, um mistério autocontido, como uma luz de lanterna que ilumina somente alguns pontos e deixa o resto no escuro... se isso é a realidade não sei, mas é assim como eu encaro as coisas.

Sobre os pseudos teóricos, creio que precisam ler mais, focar mais, em vez de dizer no calor o ue imaginam.

até