terça-feira, 15 de junho de 2010

Quando o tédio desprende da carne

Nã consigo produzir... acabei preso numa rede de trabalho que se processa pela repetição técnica, mesmo que se trate do mais alto conhecimento... há agora uma sensação pancreática difusa de criação, que não se reúne em ato... preciso escrever um trabalho, estruturar um pensamento, mas este ainda recusa-se passar por mim... resta-me o pinguim que, mesmo morto, está sempre aceso a boxear meu estômago.

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