sexta-feira, 10 de junho de 2011

subjetividade como singularidade topológica: o toro



O sujeito enquanto dobra, singularidade do Fora, é constituído enquanto um toro de dobras, de potencias de dobras, em torno de um centro que, em si, não existe. Seu corpo possui dinâmicas centrípetas (eros) e centrífugas, que agem como um atrator estranho, atrator que não existe por si, mas pela conjuntura de forças bio-psíco-sociais.

Se há o fora, este só pode ser acessado indiretamente, como um rompante do Real. Se há o dentro, esse é constituído de forças que foram capturadas no processo de subjetivação, que é social
Mas que depende de certos campos instituídos para se produzir.

Deve-se compreender a Natureza como campo dos campos, aquele que está entre a plena estratificação e a pura desterritorialização, Território de lugar nenhum em todos os lugares, vazio positivo, virtual concreto, abertura do "há".
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